- Ache os Cursos e as Faculdades certas para você! Clique aqui!

- Bolsas de Estudo - são mais de 1.200 faculdades oferecendo descontos de até 75%! Saiba mais!

Versão para impressão     Enviar para um amigo    

Home : Artigos

Adaptar redes sociais para uso em sala de aula

Autor: Liane Mota*
Fonte: Agência de Imprensa



Em um mundo onde os jovens estão, cada vez mais, usufruindo do meio digital não só para diversão e lazer, mas também para buscar conhecimento, integrar tecnologia e ensino de forma benéfica pode se mostrar uma novidade, inclusive para educadores. A Profª Lígia de Assis Monteiro Fontana, que ministra aulas da disciplina de tecnologia no curso de pedagogia do Instituto Brasileiro de Tecnologia Avançada (IBTA), aposta no desafio e ensina os alunos do curso a mudar a mentalidade da educação tradicional e tirar melhor proveito de ferramentas como Facebook e Whatsapp em sala de aula.

Desde que começou a lecionar, a Profª percebeu que muitos alunos chegavam ao curso com pouco conhecimento tecnológico para área da educação. “Para um professor da área, entrar na sala e perceber que os alunos desconhecem ligar e desligar o computador, é o ponto de partida para o trabalho”, afirma Lígia. “Em compensação, hoje em dia, grande parte dos estudantes sabem administrar um perfil social do Facebook, embora ainda existam aqueles que desconhecem os grupos de interesse comum que podem ser criados na rede, o compartilhamento de vídeos e links interessantes, dentre outras funcionalidades da ferramenta”, comenta a educadora cuja missão é aproximar o estudante, futuro educador, das redes sociais e demais tecnologias, para que, em sala de aula, ele possa replicar seus conhecimentos e entender também as dificuldades e necessidades do aluno.

Para isso, já no planejamento das aulas, a Profª insere programas básicos como Word e Power Point nas atividades, mostrando que é possível trabalhar com tecnologia em modo off-line. No Facebook, são criados fóruns, eventos digitais, grupos de estudos e bate papos educacionais com os alunos, onde são trabalhadas a pedagogia audiovisual, tecnologia móvel, narrativas digitais, educação a distância, dentre outros temas. Já o WhatsApp se transforma em um ambiente digital de aprendizagem onde todos trocam experiências e informações, são realizadas atividades como: cursos, grupo de estudos, chats, fóruns e introdução as disciplinas EaD.

A Profª destaca diversos motivos que podem contribuir para o uso moderado de recursos tecnológicos dentro da sala de aula como, por exemplo, falta de incentivo, insegurança e experiências negativas. “Muitas vezes os professores colocam a tecnologia em um pedestal, longe da sua realidade pedagógica”, exemplifica. O primeiro passo para que haja mudança neste cenário é compreender o contexto educacional onde o educador está inserido e trabalhar com os recursos disponíveis. Por exemplo, se na escola existem apenas tecnologias que não estão conectadas à internet elas ainda podem ser úteis, “tire-as do pedestal e faça delas suas parceiras”, incentiva Lígia.

No trabalho que realiza com seus alunos, a educadora afirma que já pode sentir uma grande mudança de pensamento em relação ao uso da tecnologia. “Na primeira aula eu ouvi frases como ‘professora, não gosto de tecnologia, pode ser sem?’, e agora eu já escuto outras coisas”, conta Lígia, que explica que agora os alunos compartilham experiências positivas que têm alcançado em sala de aula e gostam de trocar conhecimento sobre novas ferramentas descobertas. “Quero formar educadores que consigam lidar com o aluno que está 24 horas conectado e que saiba respeitá-lo. Ambos têm o conhecimento na palma da mão, mas o professor tem o conhecimento cientifico, o qual complementa com o que o aluno traz”, finaliza.

Sobre o Instituto Brasileiro de Tecnologia Avançada

O IBTA foi fundado em 2001, com o objetivo de ser um centro de excelência em educação superior nas áreas de tecnologia e gestão. Em 2012 o IBTA passou a fazer parte do Grupo CETEC Educacional S.A, holding mantenedora das marcas ETEP Faculdades e Faculdade Bilac. Com sede no Vale do Paraíba, um dos principais polos de tecnologia do país.



* Assessora de Imprensa / Foto: Divulgação Feevale





Versão para impressão     Enviar para um amigo